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Primeiro mexicano a ter um cinturão do UFC, lutador de Tijuana dominou o brasileiro desde o início da luta e finalizou a disputa com um mata-leão no terceiro round

O reinado de Deiveson Figueiredo no peso-mosca do UFC chegou ao fim. Com uma atuação totalmente diferente das anteriores, o brasileiro não conseguiu manter o cinturão da categoria no UFC 263. Brandon Moreno teve uma atuação dominante do começo ao fim da luta, conseguindo a vitória por finalização aos 2m26s do terceiro round, tornando-se o primeiro mexicano a ser campeão no evento.

Fonte:  https://bit.ly/3zmNd0l

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MÉDICO DA DINAMARCA DIZ QUE ATENDIMENTO RÁPIDO SALVOU ERIKSEN E CONFIRMA MASSAGEM CARDÍACA EM CAMPO

Jogador foi estabilizado no gramado e conversou com a equipe de urgência antes de ser transferido para o hospital

O rápido atendimento recebido no gramado, após sofrer um colapso durante o jogo contra a Finlândia, foi determinante para o meia dinamarquês Christian Eriksen ser salvo e levado consciente para o hospital, garantiu o médico da seleção da Dinamarca, Morten Boesen.

Eriksen, de 29 anos, chegou em condição estável no hospital e até conversou com os jogadores da Dinamarca, antes do reinício do jogo, após quase duas horas de paralisação.

Fonte: https://bit.ly/35ddcK5

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JOHNSON DIZ QUE PODE VENDER VACINA CONTRA A COVID-19 AO BRASIL EM 'QUANTIDADE' E 'CONDIÇÕES' QUE DEPENDEM DE ACORDO COM MINISTÉRIO DA SAÚDE

Por ter feito testes no país, empresa pode entrar com um pedido de uso emergencial da vacina na Anvisa. Negociações não avançaram, mas ministro disse ter intenção de comprar doses do imunizante.

A Janssen Pharmaceuticals, divisão farmacêutica do grupo Johnson&Johnson, informou em nota neste sábado (30) que "disponibilizará sua vacina" contra a Covid-19 no Brasil "na quantidade e nas condições que vierem a ser acordadas com o Ministério da Saúde".

O G1 entrou em contato com o Ministério para verificar o status das negociações, mas não obteve resposta até a mais recente atualização desta reportagem. No começo do mês, o ministro Eduardo Pazuello disse que tinha interesse em comprar doses da vacina da Johnson.

A companhia diz ter o objetivo de fornecer um bilhão de doses da vacina em todo o mundo em 2021. Mas não divulgou estimativas de quantas poderiam vir para o Brasil. Entretanto, esclareceu que trabalha em "um modelo sem fins lucrativos durante a pandemia, para que (a vacina) possa ser oferecida por meio do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a COVID-19".

A empresa divulgou, na sexta-feira (29), os resultados preliminares de fase 3 de sua vacina, que foi testada no Brasil. O imunizante teve 66% de eficácia contra casos moderados e graves da doença. Isso significa uma redução de 66% nos casos moderados e graves de Covid no grupo vacinado em relação ao grupo não vacinado durantes os testes da vacina.

Por ter feito testes no país, a Johnson pode entrar com um pedido de uso emergencial da vacina na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A agência que determinou que só pode haver liberação emergencial de vacinas para a Covid que tenham sido testadas em voluntários brasileiros. Até a manhã deste sábado, nenhum pedido havia sido feito, segundo a Anvisa.

Até agora, apenas as vacinas de Oxford e a CoronaVac foram aprovadas no país.

Fonte: http://glo.bo/3pwZk5M