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Punido com um cartão amarelo por botar a mão no rosto de Benjamin André no primeiro tempo, depois de desentendimento, o brasileiro foi expulso nos minutos finais. Em disputa de bola ríspida quase na linha de fundo, empurrou o zagueiro Djaló fora de campo para pegar a bola e cobrar a falta marcada. O defensor do Lille caiu, o árbitro veio e mandou os dois embora.

Essa possibilidade de três jogos de suspensão está relacionada exclusivamente à expulsão. A Comissão Disciplinar da LFP também deve avaliar o que aconteceu após a partida. Neymar e Djaló quase se agrediram e precisaram ser separados no vestiário, como mostraram as imagens da emissora francesa "Canal+"

Neymar foi expulso pela segunda vez em 20 jogos na temporada, pela terceira vez na Ligue 1 desde o início de 2020. Nenhum outro jogador da liga levou o vermelho tantas vezes no período. Segundo o "Le Parisien", o atacante brasileiro já desfalcou o time em 12 partidas, por motivos disciplinares.

O Lille agora é líder isolado do Campeonato Francês, com 66 pontos. O PSG é o segundo, com 63, mas ainda pode ser ultrapassado pelo Lyon. O Paris Saint-Germain agora se prepara para enfrentar o Bayern de Munique, na quarta-feira, pelas quartas de final da Champions.

Fonte: https://glo.bo/2QVwOOL

MERCEDES E FERRARI CITAM IMPLICAÇÕES DE TREINOS MAIS CURTOS NA F1 EM 2021

Além de algumas mudanças técnicas, a F1 sofreu também alterações no regulamento esportivo na temporada 2021. Uma delas foi em relação ao tempo de duração dos dois primeiros treinos livres, realizados às sextas-feiras, que passaram de 1h30 para apenas 1h, obrigando os times a irem a pista assim que a sessão começa, criando mais ação no primeiro GP do ano, no Bahrein. Segundo o diretor técnico da Mercedes, James Allison, a mudança tem um grande impacto para os times.
- Todas as equipes tiveram que fazer mudanças. Passar de uma hora e meia a uma hora para essas sessões faz uma grande diferença. No ano passado, podíamos nos dar ao luxo de, no início das sessões, esperar alguns minutos, talvez dez minutos às vezes (para ir à pista) para deixar outras equipes limparem a pista e colocá-la em um estado onde possamos começar a trabalhar em nosso programa. Esse luxo se foi com essa mudança. Agora, você precisa ir para a pista quando a sessão começar, mantendo sempre os carros andando. Essa falta de meia hora significa que você realmente precisa manter o carro na pista o máximo possível - explica.

Com a meia hora que tinham a mais, os times podiam testar mudanças nos carros e até uma filosofia diferente no ajuste dos mesmos. Segundo Allisson, isso agora não é mais possível.

- Na verdade, não há tempo para improviso ou mudança de filosofia. Agora você tem que ter um plano pré-programa, e tem de cumpri-lo e executá-lo de forma limpa. Acho que levávamos algo como seis ou sete minutos para fazer as mudanças entre cada ida à pista, o que coloca uma grande limitação no tipo de coisas que você pode pensar em fazer na sessão - esclarece Allison.

Apesar do desafio para os times, James crê que a mudança tornou os treinos livres mais atraentes para os fãs, já que era comum ver momentos das sessões sem que houvessem carros na pista.

- É uma pressão muito grande. Mas também é muito emocionante, e acho que provavelmente é um produto melhor para os fãs porque a ação na pista está sempre lá - conclui.

Fonte: https://glo.bo/3wriQVf

JOHNSON DIZ QUE PODE VENDER VACINA CONTRA A COVID-19 AO BRASIL EM 'QUANTIDADE' E 'CONDIÇÕES' QUE DEPENDEM DE ACORDO COM MINISTÉRIO DA SAÚDE

Por ter feito testes no país, empresa pode entrar com um pedido de uso emergencial da vacina na Anvisa. Negociações não avançaram, mas ministro disse ter intenção de comprar doses do imunizante.

A Janssen Pharmaceuticals, divisão farmacêutica do grupo Johnson&Johnson, informou em nota neste sábado (30) que "disponibilizará sua vacina" contra a Covid-19 no Brasil "na quantidade e nas condições que vierem a ser acordadas com o Ministério da Saúde".

O G1 entrou em contato com o Ministério para verificar o status das negociações, mas não obteve resposta até a mais recente atualização desta reportagem. No começo do mês, o ministro Eduardo Pazuello disse que tinha interesse em comprar doses da vacina da Johnson.

A companhia diz ter o objetivo de fornecer um bilhão de doses da vacina em todo o mundo em 2021. Mas não divulgou estimativas de quantas poderiam vir para o Brasil. Entretanto, esclareceu que trabalha em "um modelo sem fins lucrativos durante a pandemia, para que (a vacina) possa ser oferecida por meio do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a COVID-19".

A empresa divulgou, na sexta-feira (29), os resultados preliminares de fase 3 de sua vacina, que foi testada no Brasil. O imunizante teve 66% de eficácia contra casos moderados e graves da doença. Isso significa uma redução de 66% nos casos moderados e graves de Covid no grupo vacinado em relação ao grupo não vacinado durantes os testes da vacina.

Por ter feito testes no país, a Johnson pode entrar com um pedido de uso emergencial da vacina na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A agência que determinou que só pode haver liberação emergencial de vacinas para a Covid que tenham sido testadas em voluntários brasileiros. Até a manhã deste sábado, nenhum pedido havia sido feito, segundo a Anvisa.

Até agora, apenas as vacinas de Oxford e a CoronaVac foram aprovadas no país.

Fonte: http://glo.bo/3pwZk5M

 

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