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Revolta. Uma palavra resume o sentimento da direção do Inter após a derrota para o Flamengo por 2 a 1 neste domingo, no Maracanã, pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro. O vice de futebol colorado, João Patrício Hermann, afirmou que o clube foi "surrupiado" e prometeu ir à CBF para cobrar medidas.

O motivo da indignação colorada é claro: a expulsão de Rodinei, aos três minutos do segundo tempo, após a uma entrada em Filipe Luís. O árbitro da partida, Raphael Claus, foi chamado ao VAR para checar o lance e aplicou cartão vermelho no lateral colorado, deixando o time com um jogador a menos.

– Quem estava aqui no estádio viu uma das maiores vergonhas dos últimos tempos. O Inter foi surrupiado. O árbitro mudou o critério que estava adotando nos últimos jogos. Está rolando na internet. É uma vergonha. Os jogadores do Flamengo disseram aos nossos. O Filipe Luís disse que não era para vermelho. Amanhã vamos à CBF. Ficaremos mais atentos ainda. Tivemos um sinal muito grande contra o Vasco. O presidente chamou atenção do público e hoje fomos prejudicados de uma forma absurda – afirmou.

Fonte: http://glo.bo/2NHqokN

SPORT E ATLÉTICO-MG TEM CONFUSÃO NO TÚNEL APÓS EXPULSÃO DE SAMPAOLI E MEMBROS DAS COMISSÕES TÉCNICAS

Treinador do Galo mantém-se na saída para o vestiário acompanhando os minutos finais da vitória por 3 a 2, quando o auxiliar do Leão, Emílio Faro, retira-se do campo por expulsão também

Os minutos finais de Sport e Atlético-MG foram de confusão na Ilha do Retiro. Depois da revolta de Sampaoli, expulso por reclamação após o pênalti marcado a favor do Leão, os membros da comissão técnica de ambos os clubes terminaram se envolvendo em uma discussão generalizada na entrada do túnel para os vestiários. 

Expulso pelo árbitro Rodolpho Toski Marques, o auxiliar técnico do Rubro-negro, Emílio Faro, caminha em direção à saída do campo e desentende-se com um membro da comissão técnica adversária - que também havia sido expulso.

Os dois haviam ficado na bronca quando Sampaoli chutou um copo de água, ainda no gramado, após a expulsão. No momento da saída, o treinador do Galo ainda estava na boca do túnel, acompanhando os minutos finais da partida.

A confusão aconteceu durante o terceiro gol do Atlético-MG, marcado pelo atacante Marrony, que havia causado o pênalti criticado pelo treinador do time mineiro. Depois disso, a partida ainda seguiu por alguns minutos, mas terminou com a vitória do Galo por 3 a 2.

Fonte: http://glo.bo/2ZPQwNn

JOHNSON DIZ QUE PODE VENDER VACINA CONTRA A COVID-19 AO BRASIL EM 'QUANTIDADE' E 'CONDIÇÕES' QUE DEPENDEM DE ACORDO COM MINISTÉRIO DA SAÚDE

Por ter feito testes no país, empresa pode entrar com um pedido de uso emergencial da vacina na Anvisa. Negociações não avançaram, mas ministro disse ter intenção de comprar doses do imunizante.

A Janssen Pharmaceuticals, divisão farmacêutica do grupo Johnson&Johnson, informou em nota neste sábado (30) que "disponibilizará sua vacina" contra a Covid-19 no Brasil "na quantidade e nas condições que vierem a ser acordadas com o Ministério da Saúde".

O G1 entrou em contato com o Ministério para verificar o status das negociações, mas não obteve resposta até a mais recente atualização desta reportagem. No começo do mês, o ministro Eduardo Pazuello disse que tinha interesse em comprar doses da vacina da Johnson.

A companhia diz ter o objetivo de fornecer um bilhão de doses da vacina em todo o mundo em 2021. Mas não divulgou estimativas de quantas poderiam vir para o Brasil. Entretanto, esclareceu que trabalha em "um modelo sem fins lucrativos durante a pandemia, para que (a vacina) possa ser oferecida por meio do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a COVID-19".

A empresa divulgou, na sexta-feira (29), os resultados preliminares de fase 3 de sua vacina, que foi testada no Brasil. O imunizante teve 66% de eficácia contra casos moderados e graves da doença. Isso significa uma redução de 66% nos casos moderados e graves de Covid no grupo vacinado em relação ao grupo não vacinado durantes os testes da vacina.

Por ter feito testes no país, a Johnson pode entrar com um pedido de uso emergencial da vacina na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A agência que determinou que só pode haver liberação emergencial de vacinas para a Covid que tenham sido testadas em voluntários brasileiros. Até a manhã deste sábado, nenhum pedido havia sido feito, segundo a Anvisa.

Até agora, apenas as vacinas de Oxford e a CoronaVac foram aprovadas no país.

Fonte: http://glo.bo/3pwZk5M

 

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